Porto Alegre, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Saúde e treino

ALN-6457 chega ao Brasil ainda sem testes em seres humanos

Medicamento será usado por Lito Souza em caráter compassivo após autorização excepcional da Anvisa.

ALN-6457 chega ao Brasil ainda sem testes em seres humanos

O ALN-6457, medicamento experimental que será utilizado por Lito Souza, ainda está em estágio pré-clínico e não passou por estudos em seres humanos. A informação consta nas divulgações sobre a chegada do produto ao Brasil, que ocorreu na madrugada deste sábado (12).

Desenvolvido pela Regeneron Pharmaceuticals, o medicamento não tem registro nem representante legal no país. Lito terá acesso ao produto por meio do uso compassivo, modalidade destinada a pacientes com doenças graves sem alternativas terapêuticas e que buscam tratamentos experimentais.

A entrada do ALN-6457 foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na semana passada, em caráter excepcional. O transporte foi realizado em uma operação conjunta com a Receita Federal no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

A Receita Federal informou que a ação teve como objetivo acelerar a entrega devido à urgência para a utilização do produto. Segundo o órgão, o potencial terapêutico da medicação diminui rapidamente com o passar das horas.

Diagnóstico

Lito Souza, influenciador e especialista em aviação, foi diagnosticado em agosto com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), condição neurodegenerativa rara causada por príons, proteínas alteradas. A enfermidade costuma evoluir rapidamente e pode levar à morte. Não há, atualmente, tratamento padrão capaz de interromper sua progressão.

Tremores, perda de memória, dificuldades na fala e perda de coordenação motora estão entre os sintomas mais frequentes. Desde a confirmação do diagnóstico, Mila, esposa de Lito, procura alternativas experimentais, incluindo estudos realizados no exterior, principalmente nos Estados Unidos e na Europa.

Texto produzido pela Redação Radar da Arena com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.